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O orgulho palmeirense

Posted by Tadashi Oshiro on maio 8, 2008 at 22:43 pm

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Durante toda minha vida as camisas mais comuns que já tinha encontrado na rua eram as da seleções brasileiras, do Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense. Minha vida de cidadão carioca me impedia de ver camisas do Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, essas duas últimas posso dizer que eram até bastante comuns lá no Rio de Janeiro, até pelo motivo do Santos e São Paulo terem conquistado um espaço bom no Brasil e principalmente fora dele, nos últimos anos. Camisas do Palmeiras e Corinthians eram bem raras de se encontrar pelas ruas cariocas, principalmente a palmeirense, digo mais, encontrei mais camisas do Boca Juniors e da seleção argentina do que a verde palmeirense.
Final de dezembro tive a oportunidade de vir morar no Japão, lugar no qual moro até hoje. Moro na cidade com o maior número de latinos no Japão, grande maioria deles vem do Brasil, seguidos de longe por peruanos. Os japoneses estão começando a gostar de verdade do futebol, porém ainda não é o primeiro esporte no país, está um pouco distante de chegar no beisebol. Mas pelo grande número de brasileiros em Hamamatsu, é mais que normal, futebol estar ali com o beisebol, assim como encontrar torcedor com camisas de seus times na rua. Aqui sim a encontrei pessoas com a camisa do São Paulo, Corinthians, Santos e Palmeiras na rua, porém ainda encontrava a do Palmeiras em número menor, por mais que a Mancha Verde aqui no Japão seja a maior ou uma das maiores torcidas organiza do Japão e saber que o número de palmeirenses é maior que o de tricolores e santistas.
Alguma coisa estava errada, cadê o orgulho palmeirense fora do Brasil?

O Japão ou só aqui na região não sei, entrou num feriadão (feriadão pra eles), ficamos 1 semana em casa, eu aproveitei pra tirar 2 semanas.
Nesse meio tempo Palmeiras se sagrou campeão paulista, o primeiro título depois de 8 anos de espera, e no meio das festas japonesas, alias, festa nao, no meio dos sakes, o que encontrei de brasileiro bebendo com uma camisa verde escura, ou uma branca com detalhes verdes, ou até uma que chamava muito atenção com sua corolação marca texto, todos no chão com os japoneses tentando se levantar.
Fui ao um restaurante, com a minha bela camisa do Santos versão 2007, e quando entro na churrascaria que é brasileira, porém é bastante frequentada por japoneses, me deparo com uma mesa cheia de palmeirenses comemorando e outras com um ou outros vestindo a camisa do Palmeiras, minha primeira reação foi ficar o mais afastado possível dessas mesas.
Mas depois fiquei até mais feliz, o orgulho de vestir a camisa do seu time voltou e mesmo agora 1 semana depois do título, não paro de encontrar palmeirenses na rua.

Obrigado quem leu esse texto sem pé nem cabeça.

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Fidel e os esportes cubanos

Posted by Caio Charles on fevereiro 20, 2008 at 21:42 pm

Caros amigos, antes mesmo de falar do meu tema de hoje, desejo boa noite e que sempre agrade a quase todos com meus comentarios.

Bom, ontem o mundo contemporâneo podemos dizer ficou mais pobre politicamente. Fidel Alejandro Castro ”renunciava” aos poderes politicos e militares da ilha de Cuba, poder que ele assumira desde o carater nacionalista da revolução em 1959 até o carater socialista 1961 até os dias atuais. Claro que com muito menos força, devido a doença.

Os leitores devem se estar se perguntando: O que esse chato aprendiz de historiador ta fazendo aqui no Boteco Esportivo só falando de história? Vou tentar dizer o quão Fidel e o sistema vigente em Cuba foram importantes para o esporte na pequena ilha do caribe.

A importancia começa com a transformação social em cuba. Até hoje toda criança e adolescente tem de escolher um esporte para praticar e desenvolver. Essa formula de campeões começa a dar resultados já na primeira olimpíada de Cuba como nação socialista, aonde Cuba que nao tinha nenhuma medalha, já aparece com 3 no quadro de medalhas, e teve seu auge na olimpíada de Moscou em 1980, onde Cuba ficou em quarto lugar, caso bem semelhante o que acontece nos Pan-americanos, onde sempre é a segunda força, sempre na sola do sapato dos EUA.

Bem, é isso. Uma breve notícia de história do esporte. Muito obrigado pela compreensão e boa noite!

Bônus: Que tal uma música pra acompanhar o post?

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