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Como a Internet foi construída

Pacotes, cabeçalhos, IP, endereços, etc. Partes fundamentais da rotina de quem desenvolve para a Internet. Mas poucos sabem como tudo isso surgiu e como tantas tecnologias diferentes se convergiram para colocar em funcionamento uma rede de computadores em escala mundial.

Se você também faz parte deste grupo, não deixe de assistir este vídeo bastante explicativo. “History of the Internet” mostra com objetividade e clareza todo o caminho percorrido pelos sistemas e protocolos até a criação da rede que temos hoje:

Pequenas brincadeiras com o Yahoo! Pipes

Sim, brincando. Esta ainda é a melhor forma de se aprender a usar uma ferramenta.

O Pipes do Yahoo! é uma ótima ferramenta para quem quer dar seus primeiros passos na programação para ferramentas Web para procesamento de informações. Através de vários operadores drag-and-drop simples e alguns recursos mais poderesos como expressões regulares é possível dar nova utilidade a informações disponíveis na internet através de XML, RSS, CSV, entre outras.

Nesta “brincadeira” utilizei a API do YouTube para resolver um problema que me incomodava: Costumo seguir o feed dos vídeos que meus amigos favoritam, mas o formato de feed que o YouTube fornece não é prático para ser acompanhado no Google Reader. Os itens trazem apenas links para o site, sem nenhum player embutido. A solução foi usar o Pipes. Basta colocar no campo o username do YouTube que você deseja acompanhar e depois assinar o RSS. Problema resolvido :)

Fique à vontade de clonar este Pipe para criar novas engenhocas. Reprogramar e reprocessar nada mais é do que dar ao mundo um novo ponto de vista, e de novos pontos de vista é que se fazem as inovações.

Tema ChromeMac

Uma coisa que me incomodava muito usar o Google Chrome no Windows XP é seu tema padrão azul:

Chrome Windows

Estranho é que este tema não era totalmente adotado nas outras versões. A versão para Mac conta com um visual bem mais sóbreo e simples:

Chrome Mac

A solução encontrada para resolver o problema da versão para Windows? A criação de um tema que imita as cores da versão para Mac, o “ChromeMac”. Se você também não gosta da versão azul, baixe e instale aqui o tema.

Eis o resultado final:

Não há de quê! :)

Arquivos AC3 no Adobe Premiere

Mais uma da série “dicas que facilitam sua vida!” (Que não é patrocinada pela Polishop):

Muita gente usa os DVD-VR, também conhecidos como “gravadores de mesa”, por eles serem umas das únicas formas de digitalizar materiais gravados no maldito formato de cor PAL-M.

O problema começa na hora de importar esse DVD para edição no Adobe Premiere. Estes equipamentos costumam gravar a faixa de áudio no formato AC3, irreconhecível pelo software. Mas há uma solução: Neste site você encontra a DLL necessária para resolver o problema.

Outra alternativa para resolver o problema é o ffmpeg, que já comentamos aqui no blog, que pode ser usado para converter o original do DVD para o formato DV compatível com o programa da Adobe.

Bom trabalho!

Esta maravilha chamada ffmpeg

Até hoje não achei nenhuma ferramenta de conversão de vídeos tão versátil e poderosa quanto o ffmpeg: De aplicativos para desktop até sistemas remotos rodando em servidores parrudos, nada no mercado é tão onipresente. Aqui mesmo na conversão de vídeos ele está presente, uma ferramenta open-source incrível.

O problema (sempre tem um…) é que o ffmpeg não tem uma interface gráfica prórpia, apesar de funcionar como “motor” de várias outras aplicações multimídia. Quem precisa abusar dos seus recursos fica escravo a tudo que se digita em sua linha de comando e a suas opções obscura.

Para preencher essa lacuna de informações sobre o ffmpeg (principalmente informações em português), listamos aqui algumas aplicações bem práticas dele, solucionando problemas comuns, que já enfrentamos aqui no site e que provavelmente você também já deve ter enfrentado.

A versão do ffmpeg (já compilado para Windows) usada nessas experiências é a r16537, baixável aqui.

Convertendo vídeos para ser edição em Adobe Premiere 6.5 ou Pro 1.5

Alguns presets embutidos no ffmpeg facilitam muito a conversão para os formatos mais utilizados, como o MPEG2 para DVD ou o DV. O problema é que este preset para vídeo DV (-target ntsc-dv) não conta com a simpatia dos membros mais antigos da família Adobe Premiere. A solução é gerar um arquivo codificado em DV só que usando o “wrapper” do AVI. A fórmula mágica é esta:

ffmpeg -async 4 -y -i arquivo_de_origem.flv -vcodec dvvideo -pix_fmt yuv411p -s 720x480 -aspect 4:3 -r 29.97 -acodec pcm_s16le -ar 48000 -ac 2 -f avi arquivo_final.avi

Vídeos para o PSP

Graças ao Camiseteria e sua promoção de aniversário, eis que entrei na era do PlayStation Portable. Mas aí veio o grande desafio: Qual o formato de vídeo certo para rodar vídeos nesse troço? Depois de muito rodar pela internet e testar várias fórmulas, esta daqui deu 100% certo:

ffmpeg -i arquivo_de_origem.avi -acodec libfaac -ab 128kb -ac 2 -ar 48000 -vcodec libx264 -level 21 -b 640kb -coder 1 -f psp -flags +loop -trellis 2 -partitions +parti4x4+parti8x8+partp4x4+partp8x8+partb8x8 -g 250 -s 480x272 -aspect 16:9 arquivo_final.mp4

Removendo um canal de áudio do vídeo

Como no futebol, a internet é uma caixinha de surpresas. Você pode se deparar por aí com um episódio de alguma série que ao invés do áudio original você ouve uma dublagem em russo (Skavurzka!). Não que isso seja um tremendo problema, mas pode ser que naquele dia você não esteja afim de treinar o idioma Tutchenko… Então, para gerar um novo arquivo com apenas uma faixa de áudio, a em inglês, usamos:

ffmpeg -i arquivo_de_origem.avi -vcodec copy -acodec libmp3lame -ab 128k -ar 44100 -map 0:0 -map 0:2 arquivo_de_saida.avi

A opção -map indica qual stream será aproveitado, indicando qual será o vídeo e o áudio de acordo com a ordem usada no comando.

***

Por enquanto é só. Quer saber mais sobre formatos de vídeo? Então acesse aí:

Open Video e Open Audio

Com o lançamento do Firefox 3.5 muito se falou sobre as vantagens das tags e dentro do HTML5. As vantagens deste formato são muitas, do fato de dispensar plugins externos (e de paciência do usuário em baixar e instalar) até uma melhor integração com programas usados por deficientes visuais para acessar a Internet.

Infelizmente não houve certificação deste formato para o HTML5 por divergências quanto ao codec a ser usado. O Firefox apóia o OGG Vorbis (open-source, diga-se de princípio), a Apple apóia o H.264 (licenciamento dela, rá!) para o Safari enquanto a Microsoft só observa de longe a briga.

Open Video

Dentro aqui do Labs, a gente já está brincando com os formato em duas páginas, uma de vídeo e outra de áudio; Na primeira você pode ver o clipe da banda sueca The Caesars com Jerk It Out e na segunda ouvir o tema da clássica série Doctor Who.

Aviso aos navegantes de código: Durante a criação desta página, descobrimos que o Firefox apresenta problemas para reconhecer vídeo .OGV em alguns servidores. A solução é simples, basta adicionar o seguinte código ao .htaccess ou às configurações do Apache:

<filesMatch ".(ogv)$">
Header set X-Pad "avoid browser bug"
</filesMatch>

E pra saber mais sobre estes formatos, leia também:

Bem vindos!

Saudações a todos os amantes de música, mas que também tem bits correndo nas veias.
O blog do “Radiorama Labs” nasce pra ajudar trocar idéias sobre os nossos novos ‘brinquedinhos’, as novas engrenagens do nosso site e principalmente todas as idéias que surgirem de vocês pra fazer um RadioramaBrasil.com cada vez mais divertido.
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