Parada Obrigatória – 11/9
Trazendo o lançamento dos álbuns do Sugar Kane, Muse e Arctic Monkeys e Twestival!
Muse – The Resistance
Eu já estava adaptado a não ter que definir ou classificar o Muse em nenhum gênero musical, quando apareceu uma palavra que finalmente coubesse na banda: Megalomania.
Como o título do álbum sugere, sim, eles continuam resistindo bravamente e seguindo seu caminho independente de qualquer outro gênero musical, o quê não os impede de também conversar e beber de diferentes fontes.

Dentro de “The Resistance” você pode encontrar de tudo: De pitadas de rap em “Undisclosed Desisres” até influências jazzísticas em “I Belong To You”. Mesmo assim o Muse não perde seu ritmo e muito menos a grandiloquência (palavrão bonito hein?) em dividir “Exogenesis” em três partes, auto-intitulada como uma sinfonia.
Uma sinfonia digna de muita presença do piano de Belamy, fazendo (ou tentando) ser um contraponto na história de arranjos elaborados da banda.
Os momentos de euforia e introspecção se alternam ao longo da obra, como na cadência de um show ao vivo. Desta forma a banda prova que ainda aposta no álbum como formato, como experiência sensorial que deve ser aproveitada na íntegra.
Apesar de sentir tantas influências, o Muse continua o mesmo porquê continua intenso. Tal como a letra de “Undisclosed Desires” anuncia satisfazer desejos.
E como pode-se sempre esperar de tudo do Muse, faço deste post um espaço que fica em: Em breve o Tadashi passa por aqui e complementa este texto.
40 anos de Woodstock

Fechando com chave de ouro os agitados anos 60, em 15 de agosto de 1969, exatos 40 anos atrás, começava um festival de música que talvez nem tivesse a idéia da repercussão que traria: Woodstock.
Apesar de ter sido um marco histórico muito mais pelo lado comportamental do que propriamente musical, Woodstock teve sim seus grandes acordes (e muitos dedilhados) imortais, com as presenças de nomes como The Who, Joe Cocker (o eterno tema de “Anos Incríveis”), Janis Joplin e Jimi Hendrix.
O público, que superou e muito a expectativa inicial de 200 mil pessoas celebrava o auge da filosofia do “paz e amor” (em aulas bem práticas até) embalados em sons que até hoje não saem da nossa memória coletiva e afetiva. Até mesmo de quem nunca viveu esta época.
Fica o exemplo para a nossa geração, que não faz um festival assim, quanto mais ir à Lua novamente…
Clipe interativo de “Spam do Amor”

Depois de muitos sites usarem os recursos do YouTube para suas brincadeiras eletrônicas, agora é a hora da Ecos Falsos misturar essa interatividade com um pouco de Guitar Hero e tapetes de dança e entregar o clipe de “Spam do Amor”. Simples, porém muito viciante, a brincadeira vai ser o terror dos processadores fracos, mas nada perto do pavor que os “spams” de verdade fazem na nossa vida.
Eu ainda nem consegui passar da fase fácil. Quem conseguir ‘jogar’ na versão “hard”, favor nos avisar via sistema de comentários.
Parada Obrigatória – 21/7
Uma semana cheia de lançamentos pedia urgentemente uma edição do ‘Parada’, então aqui estamos, trazendo os lançamentos de Zander, Pitty, Muse e Arctic Monkeys.
Clube do Vinil – 19/04/08
Momento de resgatar algumas imagens do baú: Esse show aconteceu no Clube do Vinil (Casa Hermann Müller) em Americana no ano passado, que contou com a presença das bandas Dancing Fire, Rock Rocket e Cachorro Grande:
Let’s Rock Around The World – Japão 1/4
Let’s Rock Around The World volta numa edição especial minha, só artistas japoneses. Quem se assustou com o termo artista e não banda, pode começar a reclamar, tem música pop no meio. Veja isso por um lado bom, minha fase samba não vai estar presente, só porque não tem samba de verdade aqui. Então, 4 semanas, 3 segundas (já que a primeira era para ser no dia 5), duas delas vou postar no Japão e as outras duas no Brasil, ok?
Apesar de morar no Japão, ser de família japonesa, eu confesso que não sou lá grande fã da música japonesa, seja ela qual for, mas o L’Arc~en~Ciel talvez seja a única exceção. Não sei o que cada integrante está fazendo e nem procuro me informar, mas são 4 músicos que admiro muito. Por isso eu fiz questão de separar essa primeira parte só para eles. Qualquer erro, pode corrigir que eu dou uma consertada, mas peguem leve, pois foi uma mistura do que eu sabia, com o que li na internet e algumas mentiras (assim como essa).
- L’Arc~en~Ciel

O nome não é muito amistoso, mas a origem não é japonesa e sim francesa. L’arc en ciel, significa arco-íris (Eu fiz aula de francês, e adivinha qual foi uma das primeiras coisas que quis confirmar com a professora?). A pronúncia em japonês é Laruku an Shieru, mas a banda também é conhecida apenas como L’arc (Laruku).
A banda foi formada em 1991, a partir de um convite do baixista Testsu, para que Hyde, assumisse como vocalista da nova banda.
True (1996) foi o álbum que fez a banda alcançar um reconhecimento maior. Porém, no ano seguinte, o baterista Sakura foi preso por porte de drogas (heroína), e como isso pesa muito na questão de um artista aqui no Japão, a banda perdeu mídia e isso culminou com a saída do baterista, que foi substituido por Yukihiro.
Hoje Sakura tem uma banda chamada Sons of All Pussys, com o guitarrista do L’arc, Ken. Além disso, Sakura é escritor e diretor.
Desde 97, a banda mantém a formação: Hyde (vocalista), Tetsu (baixista), Ken (guitarrista) e Yukihiro (baterista), depois disso lançaram bons álbuns, que são os mais vendidos até hoje.
Em 2000 lançaram o álbum REAL e logo depois deram uma pausa na banda. Com isso, todos os integrantes seguiram com seus próprios projetos.
A banda volta em 2004 com o álbum Smile e com o grande sucesso da música Ready Steady Go, que fez parte do anime Full Metal Alchemist. Depois disso ainda lançaram os CDs Awake (2005) e Kiss (2007).
Em 2009 foi lançado o DVD Live in Paris, que conta com o show e um documentário.
L’Arc~en~Ciel é considerada pela Organização Japonesa de Cultura, como a maior banda japonesa de todos os tempos.
- P’unk~en~Ciel

P’unk~en~Ciel é um projeto dos próprios músicos do L’arc~en~Ciel, onde a banda toca suas músicas com outra formação e numa versão mais rápida. O P’unk~en~Ciel surgiu em 2004 e sua formação é Tetsu (vocal), Hyde (guitarra), Yukihiro (baixo) e Ken (bateria).
As músicas do P’unk~en~Ciel são lançadas em forma de b-sides nos singles da banda. Desde 2004, a banda já regravou 10 músicas.
- HYDE / VAMPS

Hyde é um daqueles aquelas caras que nasceu para ser um rockstar japonês, multi-instrumentista, compositor, poeta, ator, vocalista de uma das principais bandas japonesas e na minha opinião, uma das melhores vozes do rock.
Com o tempo dado pelo L’Arc~en~Ciel em 2001, HYDE parte para sua carreira solo e depois de lançar alguns singles, lançou o CD ROENTGEN, em 2002.
HORIZON é o primeiro single do segundo álbum de HYDE, o HELLO de 2003, e no single de HORIZON, um cover, da música Lucy in the Sky With Diamonds dos Beatles e única música lançada por HYDE onde o título não é escrito com letras maiúsculas.
666 é o terceiro álbum de HYDE, e no Japão seis é roku, ou seja: roku roku roku, ou: rock rock rock. O último álbum de HYDE é o FAITH, que não larga a polêmica, pois aborda a religião em algumas faixas. Apesar disso, a turnê do álbum não fica só no Japão, e HYDE se apresenta nos Estados Unidos também.
Desde o ano passado, Hyde vem fazendo shows pelo Japão, mas dessa vez sua turnê não é como HYDE e sim como VAMPS, o anúncio foi no início de 2008, e agora VAMPS é um projeto de Hyde com o guitarrista K.A.Z, da banda Oblivion Dust.
LOVE ADDICT é meu último vício.
Arctic Monkeys – Crying Lightning
Até o lançamento de “Humbug”, o novo álbum do Arctic Monkeys, ainda tem chão. Mas o primeiro single, “Crying Lighting” fez sua aparição pública dia 6, pelas ondas da Radio One no programa do Zane Lowe.

(Só pela foto da capa já dá pra você entender porquê não dá pra viver de AdSense nesse blog)
A fórmula do Arctic não muda muito, exceto por apostar numa canção mais lenta dessa vez. Mas baixo e bateria estão lá como sempre, marcando a linha das histórias da vida urbana can[con]tadas por Alex Turner.
Você também pode conferir a faixa por aqui:
Dead Fish – Autonomia
Arraial Rock’n'roll
Neste sábado acontece no Café de La Rose em São Paulo diferente: As bandas Ecos Falsos e Zebra Zebra se juntam numa apresentação caipira e inovadora.
Começa pela fato de ser uma festa junina de fato, com comes-e-bebes típicos e gente vestida á caratér. Além disso, a Ecos Falsos vai distribuir ali para os presentes a nova versão da música “Spam do Amor” (que a demo você já ouviu no Parada Obrigatória anteriormente) via Bluetooth. Basta levar seu celular e receber ali na hora.
A Zebra Zebra também não esnoba as novas tecnlogias e lança novo disco e liberando para cópia também no local, para MP3 players e afins.
Mais informações sobre o show aqui. Pra quem está na capital vale a pena conferir esse evento “off-Augusta”, como o Gustavo batizou.

