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The Cab – I’ll Run

por Tadashi Oshiro
» 12 de agosto de 2008

Diretamente de Las Vegas, The Cab.
Aproveitem enquanto ainda não é isso tudo no Brasil.

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Level Nine – Cobra

por Tadashi Oshiro
» 3 de agosto de 2008

Confesso que não gosto muito do Sobre Retratos e Histórias (2004), e o Duelo de Egos (2005). Mas por achar algumas músicas interessantes, resolvi ouvir o single da banda (Sente o Perigo) no MySpace. Achei bom, mas nada que me animasse a ouvir o CD quando lançasse, ou até mesmo me animar e comprar o CD e colaborar com a minha compulsão de ter CDs. Mas a falta de novidades, e de algum CD novo, me fizeram baixar o álbum Cobra, do Level Nine.

Se você gostou dos CDs anteriores do Level Nine, e é cardíaco, desligue o computador já. Se é cardíaco e continuou lendo até aqui, é porque gosta de correr riscos. Então se prepare, depois de ouvir o CD você sente que tomou três socos violentos e ainda está desacordado.
A banda que antes preferia morrer do que viver da incerteza, dessa vez vai com os punhos e sem medo de machucar o próximo. Letras agressivas, violentas, às vezes até medonhas, aparecem junto com uma excelente banda que não teve medo de arriscar e dar um boa mudada no som. 3 anos sem um CD foram o bastante para mudar de integrantes, e deixar fãs do Rock n’ Roll babando, ou espumando raiva de felicidade.

A primeira música do Cobra é Trem, você repara logo no início que nada tem a ver esse CD com os anteriores, a primeira palavra do álbum é ‘meia-noite’, mas fica tranquilo, isso ainda não é nada, a festa mal começou para o Level Nine, muita pancadaria vem pela frente ainda. Seguimos com Sente o Perigo, primeiro single do CD, a música é boa demais, e é daquelas que certamente você dá uma voltada para ouvir novamente depois que termina, sem contar que é a primeira faixa com um solo, primeira de algumas várias faixas, uma melhor que a outra, e você fica perdido em escolher o melhor solo do álbum, assim como sua melhor música.

Os relacionamentos são a bola da vez, Ainda Lembro pode ficar mais como uma música normal para os fãs da banda, mas essa música me agradou tanto que merecia ser citada aqui, a agressividade diminui nessa 5ª música. Mas o peso sai de vez em A Qualquer Preço, que também é boa. Mas tudo isso fica por pouco tempo, logo depois entra a música Cobra, novamente entra em campo a agressividade e os bons solos do Level Nine. Foi uma boa acalmada pro que ainda vem.

O CD vem ganhando toques finais com Pesadelo, O Ridículo e A Espera da Morte, que dão um ótima resumida do que se ouviu até agora, com destaque para Pesadelo, que na minha opinião é a melhor música do CD, junto com as duas primeiras. Fechando em melhor estilo, Nossa Voz, uma música para dar um relaxada, depois de tanto sangue e violência, mas mesmo assim com os mesmo vocais roucos do começo do CD. Uma música de despedida que fecha muito bem esse CD do Level Nine.

Se até agora tinha achado o Redenção e o Bípede, respectivamente da Fresno, e do Hill Valleys, os melhores CDs no Brasil em 2008, o Cobra entra forte na briga de ser o Crème de la crème do ano. E se disse que não tinha me interessado de início em comprar o CD, minha compulsão sempre fala mais alto, e um CD desse merece estar na estante de qualquer apaixonado por rock, mesmo sabendo que o último CD que comprei chegou com a capa quebrada aqui no Japão.

Ouça: http://www.myspace.com/levelninecobra
Assista ao clipe de ‘Sente o Perigo’: http://br.youtube.com/watch?v=2QgnKCBWVzw

Artista: Level Nine
Álbum: Cobra (2008)
Independente

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What a hell Muse is doing here

por Micael Silva
» 1 de agosto de 2008

A passagem deles no circuito Rio-São Paulo foi rápida, mas bem registrada pela imprensa.

Primeiramente o G1 comentou a apresentação no Rio. Ou pelo menos tentou: A ilustração do Arnaldo Branco chega a ser mais interessante e engraçada do que a matéria em si.

A Folha de São Paulo se preparou bem para o show de São Paulo. Sylvia Colombo escreveu para o caderno Ilustrada uma resenha do show em Buenos Aires. Isso mesmo, de Buenos Aires. Estranho? Também achei. Leia a matéria aqui. (fechado para assinantes da Folha ou do UOL)

Por falar em UOL, quem viu os vídeos hoje vai concordar comigo. Logo de manhã os vídeos foram publicados na íntegra com 3 músicas do show. Agora [18 horas] esses vídeos sumiram e apareceram apenas trechos de um minuto e meio. Aposto que foi problemas com a banda que fizeram o portal tirar os vídeos completos, o que é uma pena. Um baita ponto negativo pro grupo.

UPDATE: O site do UOL Música pelo jeito não foi avisado que as músicas na íntegra do Muse foram tiradas do ar:

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Coldplay brincando de índio

por Micael Silva
» 30 de julho de 2008

Coldplay - Viva La Vida

Com um pouco mais de um mês de lançamento, o novo álbum do Coldplay mostra que tem peso. No Brasil, pelo ranking do Top 40, Violet Hill (o site não soube escrever o nome corretamente, mas relevemos isso) está em 59º lugar e rumando as 40 mais tocadas. Mas o que tem de novo nessa nova etapa do Coldplay?

Numa coisa eles não mudam: Querer ser a maior banda de rock da atualidade. Ou continuar sendo.

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McFly – Passado, presente e futuro (final) [Radio:ACTIVE]

por Micael Silva
» 27 de julho de 2008

Cover - Radio:ACTIVE

É, mais uma vez o mercado me pega fazendo a curva. Eu estava me preparando pra fazer um post mais curto, já que eu ia falar do single “One For The Radio”, mas dessa vez foi o álbum que me fez apertar o passo. Antes de mais nada, não vamos nos esquecer que esta não é uma versão dita “oficial” do álbum e sim um encarte promocional para um jornal. (vamos fazer de conta que somos a Globo e não falamos nomes de terceiros sem que nos paguem?)

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McFly – Passado, presente e futuro (3) [Motion In The Ocean]

por Micael Silva
» 26 de julho de 2008

Motion In The OceanMotion In The Ocean – 2006

Conhecer uma banda na semana de lançamento é como ir ao banco sem pegar fila. Mas as vezes você pode ficar preso na porta giratória…

Foi assim que eu me senti. Depois de ter ouvindo um single aqui, outro ali da banda, já mergulhei nessa sopa de composições e regravações que é o Motion In The Ocean. Chamando esse disco pelas iniciais, fica bastante tentador o tracadilho com a palavra ‘MITO’. Chamar esse álbum de mitológico seria um exagero da minha parte, acho Room On The 3rd Floor muito mais mitológico. Mas “Motion…” é a radiografia mais perfeita e atual do que pensa e faz o grupo, retalho por retalho.

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Treslados – “Te ganhar”

por Micael Silva
» 18 de julho de 2008

Assim como eu, você teve a impressão de que ia ver mais uma bandinha tosca feita pra ganhar moral com as garotas quando viu Treslados pela primeira vez nos rankings do Trama Virtual?
Eu estava redondamente enganado. Apesar do nome lá não ser muito explicativo por si próprio, o trabalho competente do grupo se sustenta sozinho. E o som gruda no ouvido.

Já está há algum tempo no Last.fm o clipe do grande hit deles, “Te ganhar”. E o clipe não é mega-produção, mas é extremamente bem feito para o que se propõe a ser: Um clipe de uma banda independente com muito talento.

Treslados - “Te ganhar” (clipe)

(clique na imagem para ver o clipe)

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McFly – Passado, presente e futuro (2) [Wonderland]

por Micael Silva
» 18 de julho de 2008

Bem antes do que eu tinha planejado, essa é a segunda parte das resenhas sobre a discografia da banda McFly. Já que o pessoal pediu, pisei no acelerador.

Wonderland – 2005

WonderlandJá se passou um ano desde o lançamento do arrasa-quarteirão “Room On The 3rd Floor”, mas o quarteto ainda mostra que sabe o caminho das pedras pro topo das paradas: O single “All About You/You’ve Got a Friend” alcança o topo da lista dos mais vendidos e todo o lucro vai como doação para o Comic Relief. Acha você que eu citei isso só pra fazer puxação de saco pra atitudes do tipo “bom moço”? Que nada, essa informação vai ser importante mais pra frente, aguarde.

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McFly – Passado, presente e futuro (1)

por Micael Silva
» 16 de julho de 2008

Como viver de mainstream num país que sempre fez história no rock e passar quase despercebido ao redor do mundo? Como ser uma banda formada pela gravadora e tentar mostrar que tem talento acima de tudo?

Perguntas nada fáceis de responder nem desafios simples de se encarar, ainda mais quando se leva o título de banda mais jovem a ter alcançado o primeiro lugar das paradas de sucesso do Reino Unido. Como o título denuncia, a banda em questão é McFly, amada e odiada, a bola da vez da “síndrome de carne de vaca” aqui no Brasil.

Eles estão de passagem marcada pro sul do Equador. Em outubro desse ano o quarteto estará em terras brasileiras. Pra quem quer se preprar para o show, quer conhecer ou quer ter uma segunda opinião, preparei essa série de posts pra falar dos 3 principais álbuns da banda e comentar os altos e baixos.


Room On The 3rd Floor – 2004

McFly - Room on the 3rd FloorO primeiro disco, o primeiro grande sucesso. “Five Colors in Her Hair” foi sucesso absoluto. O disco se lançou já em primeiro lugar entre os mais vendidos.
Mas esses são apenas números. Números representam, mas não falam por si. O disco em si, além de ser dificílimo de ser encontrado, já que EUA e Brasil nunca tiveram lançamento nacional dele, é uma ótima peça de coleção. Pelo seu valor de raridade e pelo seu primor musical.

Começando por “Five Colors In Her Hair”, você já sente o que o disco anuncia: Pop Music, a forte tradição da Inglaterra, guitarras, clima adolescente e refrões fáceis. Parece piegas? Parece, mas não é. A mistura é única, tem uma pitada de “iê-iê-iê” no ar, nostalgia dos anos 60, da forma que só os ingleses sabem fazer. Diversão garantida.

“Obviously”, a faixa seguinte, abaixa o ritmo pop, mas não destoa. A temática adolescente ainda tá lá, mas os anos 60 ainda está vivo, nem que seja os vocais divididos entre entre Tom e Danny. Não é uma das melhores do disco na minha opinião, mas sempre há quem se identifique com o drama de “never will be good enough for her“. É a vida, isso acontece.

“Room on the 3rd Floor”, no entanto, mergulha na melancolia de alguém trancado no seu quarto. A faixa-título do álbum pode não ter uma grande sonoridade, mas o clipe dessa música (que corresponde também a capa do single de “Five Colors In Her Hair” “Room On The 3rd Floor”) é um dos grandes clipes pra você ter na sua clipeteca, pela bela concepção da idéia.

Ao contrário do que é de costume em todo álbum que a gente vê por aí, o disco vai rodando e o ritmo das músicas vai baixando, se enganou. Agora chega a hora de “That Girl” e todo a melancolia vai pro espaço de novo, com a história do garoto que tenta conquistar aquela garota de qualquer jeito, apesar do que os amigos que o avisam. O momento “Iê-Iê-Iê” chega a níveis estratosféricos, o som embala a aventura e a diversão não tem limites. Solos de rock’n'roll puro rolando, não pense que você está maluco se começar a dançar essa música sozinho no quarto. É irresistível mesmo.

Eu particularmente não sei qual é a utilidade da faixa “Hyponotise”.  Não é ruim, mas mais uma vez o ritmo da banda diminui. Será uma estratégia deles mesmos em ficar acelerando e brecando o disco inteiro? Se for, eles entendem do assunto, porque o disco se mantém firme e forte tocando, até agora nem passou pela minha cabeça a vontade de trocar. Um finalzinho intrumental bem legal até e você se prepara pra dançar de novo pois…

“Saturday Night” vem aí e nem pede licença, porque “everbody want’s a party in saturday night!”. Guitarras rápidas, bateria bem marcada, bem ao estilo dos (adivinha?) anos 60. Pop e rock se complementam nessa faixa, também muito indicada pra dançar e cantar junto.

Dá pra ficar mais retrô do que já tava? Claro, sempre dá, e na minha opinião,  não estraga. “Met This Girl” tem todos os poderes do “easy listening”, acredite em mim. Foi a primeira e única vez que eu fiz uma prova de vestibular cantantando alguma música, e justamente essa. Se você não entende nada de inglês, os “pa-pa-pa-para-pa” do refrão são a desculpa perfeita pra continuar cantando a tarde inteira.

Pronto, parou de novo! Agora o clima é romântico e balada total. “She Left Me” avisa: Não só de rocks rápidos foram feitos os anos árueos do rock. Aproveite pra relaxarantes da próxima faixa.

“O baby you, got nothing to lose /And we’re better off when daddys not around”. Pode não ser um belo exemplo a idéia de fugir do campo de visão do pai da moça, mas como a idéia da música não é nova e o ritmo também não eles se combinam. E nem tudo que é bom precisa mudar. A fórmula se mantém e o sucesso na pista de dança (isso ainda existe?) também. Enjoy “Down By The lake”.

“Unsaid Things” pisa no freio de novo. Parece meio prima de “Hypnotise”. É, cada vez mais faz sentido a idéia que isso seja proposital.

“Surfer Babe” entra na onda. Mas um rockinho dos tipos que promete pouco e assim mesmo, sem compromisso, também entrega um bom prazer musical. Agora o alvo das atenções é uma bela surfista. Pegando a prancha e seguindo essa onda, não te passa pela cabeça também aqueles ideais de “rock made in Rio”, Dibob e cia?

Momentos mais sóbrios agora. “Life is getting harder day by day”. Sim, somos alegres mas também sabemos sentir as coisas, avisa McFly. “Not Alone” mostra um pouco dum lado da banda que ainda vai se mostrar mais vezes em discos posteriores, uma banda que consegue transitar entre os grandes hits e letras bem mais densas, sem dificuldade.

Piano marcando presença, “Broccoli” fecha oficialmente o disco num tom não totalmente balada, não totalmente rock. Marca um meio termo de ânimos só pra gente se perguntar o que essa banda vai aprontar pra próxima. E deixar um gosto de quero mais.

E se não tem outro disco, bota pra tocar tudo de novo. Vale a pena.

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Nxzero – Agora

por Tadashi Oshiro
» 7 de julho de 2008

nxzeroagora

Formado em 2001, o Nxzero começou sem muita pretensão, aquela coisa de todo garoto que monta uma banda: Tocar, beber e pegar mulher.
A brincadeira foi ficando cada vez mais séria, e em 2005 saiu o Diálogo?, um excelente CD que tinha músicas como Apenas Um Olhar, Tarde Demais, e Gritos do Silêncio, que eram músicas já conhecidas dos fãs antigos. A banda gravou um clipe totalmente independente da música Apenas Um Olhar, que por incrível que pareça parou na Mtv, e não só isso, entrou no Disk Mtv e foi um sucesso, foi a primeira banda independente que chegou no Top 10 da Mtv.
Destaque e sucesso, levaram a banda até uma grande gravadora, junto com o Rick Bonadio e a Universal Music, em 2006 saiu o primeiro CD por uma grande gravadora, o Nxzero, CD no qual aparecem os grandes sucessos da banda como Razões e Emoções, Pela Última Vez e Além de Mim. A parte negativa do trabalho ficou por conta das regravações do CD anterior, que mais pareciam versões para rádio do Diálogo?.

Apesar de tudo, o CD foi um sucesso no Brasil todo, a banda tocou por todas as regiões brasileiras, passando pelos principais festivais de música do Brasil, e tocando em todo tipo de programa de Tv, desde o Jornal da Mtv até o Domingão do Faustão, passando pela Hebe, participações nos programas do Silvio Santos, e até um programa tocando com o Armandinho.

Dessa vez os paulistas aparecem com um novo trabalho, o pop comerical Agora. Digno de pena, a banda se perde nas 15 faixas do álbum. Uma hora tem orquestra, depois piano e às vezes guitarras seguidas de uma excelente bateria, ou seja, você não sabe quando é o Mcfly ou o Panic At The Disco tocando, de vez em quando até parece o Nxzero.

Não me fica claro como uma banda que foi Revelação no Prêmio Multishow de 2007, e agora em 2008 levou como Melhor Grupo, assim como foi o Artista do Ano no VMB 2007 da Mtv, consegue lançar um CD tão fraco assim.

Se o álbum anterior merecia uma nota 6, esse novo com certeza nem 3 merece. O que só prova que o cérebro da banda era o Yuri Nishida.

Agora começa com o single Cedo ou Tarde, de cara você acha que está na frente de uma boyband num clipe cantando na chuva e fazendo passos simples como girar o corpo, a música não é boa, mas também não é ruim, ainda mais depois de ouvir o resto do CD. Ele continua com a música Daqui Pra Frente, uma boa música, mas assim como todas as músicas ‘boas’ desse CD, o Nxzero tentou de tudo para que elas não saíssem ‘perfeitas’, um jogo de sons e palmas no começo e vozes no final da música, só piorou a faixa 2 do CD.

Bem ou Mal é boa, pesada e rápida, mas quando você acha que o CD vai mudar e ficar bom, o Nxzero apronta mais uma e coloca um rapper para cantar, não que isso seja ruim, mas ele não fez absolutamente nada demais, acho que uma participação minha nessa faixa deixaria ela mais interessante, e olha que mal sei cantar.

Além das Palavras, mais uma participação do novo integrante rapper do Nxzero, uma música curta, mas que nos seus 01:29 de música mostra que a criatividade da banda foi pro espaço, logo nas primeiras palavras da música, eles repetem um trecho da primeira música (Cedo ou Tarde). Assim como no álbum anterior, o Nxzero chamou uma outra banda para escrever uma música no CD deles, no Nxzero foi o Koala do Hateen, que escreveu a música Um Pouco Mais (Na minha opinião a melhor do CD), e dessa vez quem escreveu a música foram os Fresno’s Lucas e Tavares, que escreveram a música Silêncio, uma letra fraquíssima, e o Nxzero ainda fez o favor de colocar a cereja no bolo, colocando sinos de igreja durante a música, o que deixou a música sem pé nem cabeça.

Tudo Bem é a faixa que vou deixar passar, é a melhor música do CD, apesar de parecer com o Boys Like Girls, e eles terem abusado dos efeitos na voz do vocalista Diego. Inimigo Invisível é a mais pesada do CD, e pode ser aquela que a gente diz ser o Nxzero de antes com um toque de hoje, pena que eles mesmo já tinham gravado essa música, foi ano passado, um especial da Globo pro GP Brasil de F1, o que mostra um total falta de criatividade da banda, e isso não tem como discutir.

Diferenças é teatral, lembra a música Transylvania do Mcfly, e mostra também o tal amadurecimento que eles disseram estar nesse CD, talvez pro próximo desenho da Disney fique bacana mesmo. Encerrando com “chave de ouro”, a banda aparece mais uma vez com a música Apenas Mais Uma de Amor, fez isso no DVD deles de regravar a música com o Rick Bonadio no piano, e dessa vez aparece com o mesmo erro. Será que ninguém disse o velho ditado pro Nxzero? Nessas horas fico pensando como anda a dor de cabeça do Lulu Santos. Fora que foi uma falta de originalidade gigantesca regravar a música que o Emoponto já tinha regravado no CD Incondicional, e muito bem por sinal.

Sucesso vai ser, ouvindo o CD pela segunda vez você já sabe cantarolar metade das músicas, agora imagina isso nas rádios ou TVs.
Agora na verdade é saber quando os fãs do Nxzero vão acordar, e descobrir que agora eles são apenas rostinhos bonitos.

Artista: Nxzero
Álbum: Agora (2008)
Gravadora: Arsenal

ATUALIZAÇÃO DO EDITOR (10/07/08):

Estamos recebendo muitos comentários nesse post. Infelizmente nenhum dele é digno de ser lido pelos visitantes.
Adoraria poder liberar aqui comentários dizendo que o autor do post, eu, ou qualquer um que seja está errado, escreveu besteira e nada diz com a realidade. Mas o baixo nível deles não deixa isso acontecer.

Lembre-se que todos podem se manifestar aqui, desde que sem baixaria ou apelações. E também que quem escreve aqui não é melhor nem pior que ninguém, apenas expressou sua opinião

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