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Curiosidades – #1

por Micael Silva
» 15 de setembro de 2008

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Paramore e Brasil

por Tadashi Oshiro
» 15 de setembro de 2008

Os americanos do Paramore estão fazendo um sucesso enorme no Brasil e eu mal sabia disso. Ainda achava que meia dúzia de fãs ouviam a banda e com uma comunidade no Orkut com uns 30 mil membros. Quando eu vi que o número era superior ao de 100 mil fiquei espantado.

Hoje eu entrei no MySpace oficial do Paramore, e vi uma imagem de divulgação sobre o VMB 2008, no qual a banda concorre na categoria internacional. Achei muito engraçado, até porque sempre achei que esse prêmio era o mais mentiroso da Mtv, que o troféu mal chegava ao artista, mas pelo jeito os fãs de Paramore deram uma importância tão grande a isso, que até a banda colocou uma imagem no MySpace.

Até andei pesquisando a data do VMB e dos shows do Paramore, pra saber se rolaria uma apresentação da banda, mas as datas são bem diferentes. E a Mtv Brasil já tem dois artistas internacionais para a premiação (Bloc Party e Ben Harpe).

Agenda de shows do Paramore no Brasil:

23/10/2008 – São Paulo
24/10/2008 – Rio de Janeiro
25/10/2008 – Porto Alegre

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CSS – Donkey

por Micael Silva
» 10 de setembro de 2008

Você pode levantar qualquer bandeira contra esse post aqui, exatamente no Clube do Rock. Eu mesmo refleti e até relutei muito antes de publicar essa resenha. Mas eu obtive a luz do assunto ouvindo uma das várias entrevistas do grande Kid Vinil em razão do lançamento do Almanaque do Rock (que espero poder escrever sobre em breve). Rock é mais atitude do que tudo. E independente da mistureba que faça e da fonte que beba, CSS é atitude rock.

CSS- DonkeySe a gente separar bandas que apostaram no humor, poderia ser mais específico a ponto de dizer que Mamonas Assasinas e Cuieio Limão são Pânico. CSS é CQC. Não só por serem siglas.

“Donkey” é audacioso na forma de lançamento. Mas também não poderia ser diferente, pra uma banda que fez carreira com ajuda da Internet. O disco está disponível no Brasil através do projeto Álbum Virtual da gravadora Trama, que oferece download gratuito do conteúdo, sendo que os custos são pagos pelos patrocinadores. CSS faz um enorme sucesso no exterior, o que não se repete na mesma magnitude aqui. Faz-se necessário esse projeto pra bandas, hum, menos vendáveis.

“Jager Yoga”, que começa o disco, já faz a linha do CSS que a gente ama: Dançante, pulsante e já disparando as letras ácidas pra quem quiser vir e ver. A canção se faz um convite a mergulhar no disco: “We came here, to take yout out / Come with us, we’ll make a toast”. Ir pra onde? Dica pra não dizer que eu não avisei: “Don’t miss my fucking holyday”

Os títulos continuam curiosos como sempre: “Let’s Reggae All Night”, (Será que o Kiss gostou da homenagem?), “How I Became a Paranoid”, “Air Painter”. O conteúdo, basicamente o mesmo. E bom como sempre.

Outro capítulo a parte no sucesso da banda, os clipes, não deixa a desejar. Depois da boa montagem de “Alala”, chega “Move”:

Se as vendas vão ser tão boas como antes, isso eu não posso dizer. Mas dá pra exergar que o trabalho do CSS cresceu, amadureceu, mas não caiu de maduro no chão. Sorte nossa.

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Aive – Me Escuta

por Tadashi Oshiro
» 10 de setembro de 2008

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Os blogs indicados

por Micael Silva
» 31 de agosto de 2008

Blog Day 2008

Alguns já conhecem, outros não, então vou explicar: Todo ano o dia 31 de agosto é marcado como o Blog Day, um dia em que os blogs se dedicam a indicar outros blogs. O Clube do Rock entra nessa celebração e mostra seus 5 recomendados desse ano:

http://subsom.wordpress.com/
- Se os 3 jornalistas que o escrevem são especializado no assunto ou não é o detalhe que menos importa. Lançamentos, entrevistas, vazamentos e encontros inusitados da música tem espaço aqui.

http://hitnarede.com/
- Não preciso falar muita coisa sobre o HNR, ele fala por si só. Matérias com muita profundidade e um grande leque de pontos de vista povoam o blog.

http://tocafita.wordpress.com/
- Simples, porém sincero. A ideia de toca-fitas vem das edições periódicas com “mixtapes” virtuais com músicas escolhidas pelos autores do blog com colaboração dos leitores. Recomendo leitura e audição até o lado B.

http://remixtures.com/
- Este blog português tem como eixo central a música na era da Internet. Mashups, direito autoral, serviços online, futuro das gravadoras e todo esse mundo além do infinito. Pra quem quer saber pra onde vão as indústrias culturais no século XXI, é indicado ler sempre.

http://radiobaseurgente.blogspot.com/
- Mergulhando de cara no mundo do rádio no Brasil: Notícias, curiosidades, comentários e opniões sobre o espectro radiofônico.

Por esse BlogDay, é só. Visitem os blogs e espero que gostem!

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The Academy Is… – Fast Times At Barrington High

por Tadashi Oshiro
» 22 de agosto de 2008

Em 2006 era comum eu ficar pesquisando bandas pelo Purevolume, e certo dia cheguei num tal de The Academy Is…, não lembro se ouvi todas as músicas da página, mas tinha uma versão demo da música Season, disponível para download e essa eu lembro que ouvi, gostei e baixei. Mas lembro que parou por aí, tinha gostado, mas nem liguei em ouvir e baixar outras músicas da banda de nome curioso.

Final do ano passado vi relacionado num vídeo que assistia no YouTube, um clipe da banda The Academy Is…. Pensei, por que não ouvir?

Ouvi, e mais uma vez gostei, mas dessa vez resolvi baixar um CD da banda pra ver se era bom de verdade. O clipe em questão era The Phrase That Pays (assista aqui), e o CD que baixei era o primeiro da banda, o Almost Here (2005), que dentro de suas 10 faixas, tinha além da música The Phrase That Pays, tinha também a música Season, que tinha ouvido um ano antes numa versão demo.

Eu gostei bastante do CD. Ao mesmo tempo que ele é bem rock, ele consegue ser bem pop, tudo o que o indie rock americano precisava.

O CD tem várias músicas que posso citar aqui como boas, mas se precisa começar, vá pro Slow Down, uma excelente música, uma das melhores músicas que ouvi até hoje com certeza, uma boa letra junto com um rock bem feito.

Depois disso me mudei, e no Japão a primeira coisa que fui fazer foi comprar o Almost Here, certamente é mais fácil de acha-lo aqui do que no Brasil.

Nem tanto, em 8 meses e meio ainda não achei o Almost Here vendendo, porém o Santi vende em toda loja que procuro.

Santi é o CD de 2007 do The Academy Is…, conhecia de nome, mas ainda estava possuído pelo Almost Here, não me interessei em baixar, mas em comprar sim. Se o Almost Here era excelente, o Santi devia ser tão bom quanto.
Demorei uns 2 meses, mas gostei do Santi, ele é bem mais pesado e pouco pop comparado ao primeiro. Mas ainda tem suas letras choronas e bem feitas. Pegando 2 singles bem diferentes do Santi, ouça We’ve Got a Big Mess On Our Hands e depois ouça Everything we Had, mesmo com mais peso, o CD ainda tem seu lado emocional, e acho que isso foi o primeiro ponto que fez eu começar a gostar do Santi.

Depois de aprovar os 2 CDs do The Academy Is…, faltava esperar por mais um, e ele já tinha data para lançamento, seria em agosto, junto com vários outros lançamentos da Fueled By Ramen.

Em junho assisti um vídeo de Summer Hair = Forever Young e de About a Girl. Das duas a segunda me chamou mais atenção, mesmo achando as duas bem fracas ainda, se bem que o William se mostra cada vez mais um péssimo vocalista, e isso não ajuda muito na hora de avaliar uma música assim.

Tempos depois vieram mais algumas músicas do CD, e eu não fui achando nada interessante no que tinha ouvido até então.

O Fast Times At Barrington High, começa com About a Girl, primeira música da banda divulgada por eles no MySpace, é uma boa música, mesmo ainda achando ela bem fraca, comparando com os antigos trabalhos. O CD segue com Summer Hair = Forever Young, primeiro single da banda, quando ouvi pela primeira vez achei péssima, um pop de muito mal gosto da parte do The Academy Is…, mas aí depois veio o clipe, e além de ver as atitudes de homosexualismo do William (Nada contra, mas não tem como não falar disso), as belas mulheres chamam atenção, não sei se foi isso que me fez gostar da música, só sei que agora gosto.

The Test, mostra o quanto a banda apareceu pop no novo trabalho, a música não é ruim, mas é estranho ouvir o ‘tchu tchu ru ru ru’ no final do refrão. Rumored Nights ganhou um jeitão todo pop do R.E.M. Outra que custei pra gostar, mas que agora até vai.

Quando ouvi Crowded Room, pensei que estava ouvindo alguma coisa bem pop, que pode até parece com uma música da Gwen Stefani. Mas felizmente a música toma outros rumos depois e fica a cara da banda (Nesse CD)

As últimas músicas dão um UP incrível, com destaque para Paper Chase, que é bem diferente de tudo que você ouviu até agora, que é bem repetitivo.
O nome é de uma música do Bob Dylan, e One More Weekend, me parece tão familiar, mas pelo jeito a música não é do Dylan, e se for de outro artista ou não tanto faz, a banda fechou bem esse CD meia boca.

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Comportamento atípico do Moptop

por Micael Silva
» 17 de agosto de 2008

Dia 19 chega às lojas “Como Se Comportar”, o segundo disco da banda Moptop. Tal como a música “Adeus” diz, Gabriel e sua turma “vem lhe convencer que nada vai mudar”. Mas lhes digo que não acredite tão cegamente nessa afirmação.

Eu prefiro começar a salada ideológica do disco justamente pela capa. O ditado diz que não se deve julgar o livro pela capa, então porquê se criam capas?

Se pode-se fazer um paralelo entre Moptop e Coldplay, a gente pode começar por aqui mesmo:

Ambos os discos trazem referências históricas marcantes nas capas, Moptop com a batalha de Iwo Juma, Coldplay com a revolução francesa. E muito antes que isso vire uma pergunta de um vestibular de história, ambos não explicam com profundidade razoável a razão disso. Muito a ver.

Em suma, o disco traz o single “Aonde Quer Chegar?”, uma música já conhecida ao vivo no ‘MTV 5 Bandas’, “2046″ e mais 10 faixas inéditas. Ficou de fora “Tempos Depois” que também fez parte do projeto da MTV, que pra mim é mil vezes melhor que “2046″. Má decisão.

“Aonde Quer Chegar?” tem a força típica de um single, somada ao poder das palavras inesperadas que é marca registrada do Moptop. Não tanto quanto o disco anterior, de uma forma bem mais soft do que antes costumava ser.

Se antes o Moptop já não conseguia se encaixar em nenhum rótulo da cena musical brasileira, o diagnóstico é que isso piorou ainda mais. Fãs que se preparem pra tricotar diálogos muito mais extensos pra tentar explicar pra alguém no que consiste o som do grupo. Talvez facilite o trabalho resumindo tudo a “músicas de ex-namorado arrependido”. Tá, não é somente isso, mas ajuda a entrar no mundo (ou mundos) deles.

As rimas consecutivas do Gabriel ainda marcam a presença. O som está mais escovado, menos estridente.

Os meus destaques pra ouvir são “Desapego”, levemente viciante ao ouvir e “Beijo de Filme”, um trabalho levemente humorado. Há muito mais pra se descobrir nesse disco, dado a quantidade e variedade de tendências que ele segue. Cada um escolhe a sua.

Já chegando na questão de gosto pessoal, não quero desprezar o trabalho do quarteto carioca, mas ainda ouço muito mais o disco de estréia do que o novo. Mas já encomendei o meu “Como Se Comportar” (já está em pré-venda na Saraiva). Quem sabe com o tempo eu me acostume.

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Moptop – Aonde Quer Chegar?

por Tadashi Oshiro
» 16 de agosto de 2008

Gosto dos clipes do Moptop, até a versão demo de O Rock Acabou, tem lá suas qualidades, mas os clipes do primeiro CD são incríveis.

Assista agora o primeiro clipe do CD Como se Comportar, que foi lançado essa semana e está para audição no MySpace da banda.

Não é lá nada demais, mas a simplicidade com um grande cenário conquista.

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Aive – O Céu

por Tadashi Oshiro
» 15 de agosto de 2008

Certo dia de novembro estava na R9 (último show nacional que fui), quando vejo uma pessoa vendendo CDs, e quando vejo CDs na minha frente, eu sou tipo cachorro vendo frango em padaria.
Curioso é que no meio daqueles CDs que estavam sendo vendidos, nenhum eram de bandas que tocavam naquela noite (Granada, Radial e 35 Mls). Não eram muitos CDs, mas um me chamou atenção, era o Após a Queda da banda Aive. Sabia que esse nome era familiar, mas não lembrava de onde. Depois de botar a cabeça pra pensar lembrei de vários lugares de onde conhecia a banda. O primeiro e mais velho é daquele clássico show da Fresno no Elam que existe em MP3 até hoje, no qual o vocalista Lucas cita o nome Aive apenas uma vez, mas acabou ficando na minha cabeça. Por causa do Skore, e porque tinha sido adicionado pelo perfil da banda no Orkut. Lembro que ouvi uma música, apenas uma vez, e tinha gostado, mas nada demais.
O CD estava sendo vendido por 5 reais se não me engano, e um CD de verdade por 5 reais não é todo dia, faz bem o tipo daquele conhecido ditado: “Por 5 reais, até injeção na testa”.
Tenho o CD aqui, mas ouvi poucas vezes até hoje, talvez consiga contar nos meus 10 dedos, gostei do CD, mas eu não consigo passar da faixa 3. Acho que esse é o meu problema com a Aive, começo a achar tudo muito repetitivo, e já paro na metade.

Ontem (15), a banda do Rio de Janeiro lançou virtualmente seu 3º álbum, que tem o nome de O Céu, o lançamento do CD de verdade será em setembro, e dando a boa notícia, custará apenas 5 reais. Virtualmente, o CD está disponível para download no site Tramavirtual.

Apesar de ter falado que acho bem enjoativo as músicas do Aive, tinha esperanças de gostar de verdade desse novo trabalho deles, até porque as músicas que gosto do Após a Queda, eu acho magníficas.

O novo CD começa muito bem com a música Aries, que com certeza é a melhor do CD, uma coisa que ficou claro logo na primeira faixa, além da evolução musical que é normal, eu gostei bastante dos vocais do Belém. A parte ruim dessa primeira faixa são os efeitos no final da música, ficou tão sem nexo, sem pé nem cabeça, até pelo fato das outras 9 músicas não terem isso.
O ritmo não diminui em Me Escuta, que tem uma melodia que fica na cabeça (fica mas não gruda). O Céu é boa, é bem aquilo que tenho como característico da banda, uma música que começa mais lenta e ganha peso só depois. Fechando bem essa minha primeira parte do CD, destaque também para a música Trilhos.

Posso ter gostado do CD, mas nem tudo é perfeito ainda, na minha primeira impressão do álbum, ainda não consegui gostar dessa metade do CD, em 2309 Invernos Por Segundo e O Sétimo Signo, já me veio na cabeça aquela idéia de repetição, não que as músicas sejam ruins, mas o problema é comigo mesmo.

Por sorte a coisa acabou mudando e tomando rumos bem diferente nessas últimas 3 faixas. São as músicas mais pesadas do álbum e que voltou a me dar interesse em continuar ouvindo.
Átman merece um destaque especial nesse finalzinho, junto com Aries, foi a música que mais me agradou nesse trabalho do Aive. E o CD ganha o toque final com a décima e última música Última.

Artista: Aive
Álbum: O Céu (2008)
Independente

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Darvin – “É Tão Raro” – #0

por Micael Silva
» 14 de agosto de 2008

Apresentamos à todos o Rockdrops, programa que vai trazer os melhores momentos do rock, no passado e presente com clipes, comentários, entrevistas e o que vier por aí.

Esse primeiro episódio trás um clipe do Darvin que só os fãs mais antigos conhecem e traz algumas informações sobre ele.

Agradecimentos: Beatriz Delonge

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