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	<title>Clube do Rock &#187; Resenhas</title>
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	<description>Nesse canto o rock é a lei</description>
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		<title>Fresno &#8211; Revanche</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 22:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tadashi Oshiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Fresno]]></category>

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		<description><![CDATA[O boom da banda Fresno, aconteceu com o lançamento do álbum mais pop Redenção, em 2008. No ano seguinte, a banda foi o grande destaque em algumas das principais premiações da música nacional, faturando prêmios nas categorias mais concorridas. O fruto de todo esse destaque continua aparecendo em 2010, meses atrás o vocalista Lucas Silveira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O boom da banda Fresno, aconteceu com o lançamento do álbum mais pop Redenção, em 2008. No ano seguinte, a banda foi o grande destaque em algumas das principais premiações da música nacional, faturando prêmios nas categorias mais concorridas. O fruto de todo esse destaque continua aparecendo em 2010, meses atrás o vocalista Lucas Silveira, lançou seu primeiro CD solo (The Rise and Fall of Beeshop), completamente em inglês e mostrando um lado bem diferente de Lucas, que em seu projeto é conhecido como ‘Beeshop’. Além do vocalista Lucas, o baixista Rodrigo Tavares também está prestes a lançar seu primeiro CD solo, como ‘Esteban’. Todas as composições do disco, ficam por conta da dupla.</p>
<p><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2010/07/fresno-revanche.jpg" alt="Fresno - Revanche" width="420" height="417" /></p>
<p>Olhar a capa do Revanche assusta, a primeira impressão é de uma influência de Muse, e ela até existe, mas pelo visto a principal delas continua sendo os estadunidenses do Anberlin. Esse ano assisti duas apresentações da Fresno aqui no Rio de Janeiro (uma delas com o Anberlin), e me impressionou muito a evolução da banda no geral, pois antes desses dois shows, o último que assisti foi em 2007, antes mesmo do lançamento do álbum Redenção. Apesar de curta, a apresentação era intensa e justificava bem a consagração da banda como um dos principais nomes do rock nacional atualmente (sim, rock).</p>
<p>‘Revanche’ é a faixa que abre o disco, o peso pode assustar quem nunca parou para ouvir a banda ou até mesmo aqueles simples admiradores. Tem tudo para ser uma aposta interessante caso seja o próximo single dos gaúchos. ‘Die Lüge’ e ‘Relato de um Homem de Bom Coração’, também seguem essa linha mais pesada, essa última lembrando uma fase Ciano (último disco independente da banda, lançado em 2006).</p>
<p>O lado mais pop de Revanche aparece com ‘Esteja Aqui’, a boa ‘Eu Sei’ e ‘Se Você Voltar’, que ganha uma pitada de The Cab. ‘Deixa o Tempo’ é a segunda faixa do Revanche e primeiro single do disco.</p>
<p>Mas o melhor do Revanche é o que surpreende. Músicas como ‘Quando Crescer’, ‘Porto Alegre’ e ‘Canção da Noite (Todo Mundo Precisa de Alguém)’, mostram um claro amadurecimento da banda. Uma prova disso é saber que as faixas com piano ficaram dessa vez por conta do vocalista Lucas.</p>
<p>E quem pergunta pela tal “influência” de Muse, busque em ‘A Minha História Não Acaba Aqui’.</p>
<p>Classificar o Revanche como um álbum rock ou pesado é exagero, da mesma forma é exagerado chamar o disco de pop e dançante. A verdade é que Revanche carrega tudo isso, sem deixar de ser Fresno. A evolução parece natural, visto que a banda vem mudando a cada disco lançado. Ouvir vale a pena, quem sabe não descobre uma banda que não conhecia?</p>
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		<title>Nickelback &#8211; This Afternoon</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 23:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipes]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Nickelback]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançado neste último dia 3 mais um clipe do Nickelback para o álbum &#8220;Black Horse&#8221;: A música &#8220;This Afternoon&#8221; ganhou uma produção bem american way of life e muito boa, principalmente pelas atrizes participantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado neste último dia 3 mais um clipe do Nickelback para o álbum &#8220;Black Horse&#8221;: A música &#8220;This Afternoon&#8221; ganhou uma produção bem <em>american way of life</em> e muito boa, principalmente pelas atrizes participantes.</p>
<p align="center"><object width="425" height="233"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/video/xd943l?width=425&theme=none&foreground=%23F7FFFD&highlight=%23880000&background=%23171D1B&additionalInfos=1&hideInfos=1&start=&autoPlay=0&colors=background%3A171D1B%3Bforeground%3AF7FFFD%3Bspecial%3A880000%3B"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.dailymotion.com/swf/video/xd943l?width=425&theme=none&foreground=%23F7FFFD&highlight=%23880000&background=%23171D1B&additionalInfos=1&hideInfos=1&start=&autoPlay=0&colors=background%3A171D1B%3Bforeground%3AF7FFFD%3Bspecial%3A880000%3B" width="425" height="233" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>peixe : avião &#8211; 40.02</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 01:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[As atuais incursões do rock dentro do cenário alternativo são tão profundes que são capazes de criar bons trabalhos até em terrenos pouco férteis para ele. Dentro do tradicional cenário cultural português uma banda da cidade de Braga se destaca: São os &#8220;peixe : avião&#8221;, escrito em minúsculas, mas com nada de minúsculo no som. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As atuais incursões do rock dentro do cenário alternativo são tão profundes que são capazes de criar bons trabalhos até em terrenos pouco férteis para ele. Dentro do tradicional cenário cultural português uma banda da cidade de Braga se destaca: São os &#8220;peixe : avião&#8221;, escrito em minúsculas, mas com nada de minúsculo no som.</p>
<p align="center"><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZUiq9dZ2X6o&amp;rel=0&amp;fs=1&amp;showinfo=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZUiq9dZ2X6o&amp;rel=0&amp;fs=1&amp;showinfo=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></object></p>
<p>Entrar no íntimo da alma musical desta banda rende boas descobertas não importando qual linha musical você siga: Desde experimentalismos extremos como &#8220;Frio Bafio&#8221; e &#8220;Nortada&#8221;, de envolventes e profundos instrumentais até &#8220;Barro e Lama em Mão Alheia&#8221; e &#8220;Estátua de Espanto&#8221; flertando de frente com o estilo radiofônico, o álbum de estréia &#8220;40.02&#8243; dificilmente passa sem agradar a ninguém em faixa nenhuma. Com canções longas, quase sempre ultrapassando os 3 minutos, o &#8220;peixe : avião&#8221; é uma banda que não tem medo de fazer o que seu nariz manda, mas não deixa de criar suas iscas comerciais para pescar novos fãs através das FMs.</p>
<p align="center"><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2010/02/Peixe.Aviao-front.JPG" width="300" height="299" /></p>
<p>A procura de um público universal? Mais pelas letras do que pelos ritmos. Entre metáforas e clichês, a forma subjetiva tipicamente portuguesa de se tratar de assuntos profundos teriam ouvidos em todo mundo se não fosse pela barreira da língua. Alguns críticos assinam essa prisão cultural já demarcando que Portugal ainda é pequeno demais para a grande música. Mas dentro ou fora disso, &#8220;<a class="selflink" href="/musica/artista/peixeaviao">peixe : avião</a>&#8221; já pode se considerar muito grande. Senão for o sinal de novos tempos, com certeza já é um bom caminho.</p>
<p>Os bracarenses (é assim que se chama quem nasce na cidade de Braga) prometem um novo álbum em 2010, que já está em fase de mixagem. Mas você já pode conferir as outras faixas deles através do <a href="http://www.myspace.com/peixeaviao">MySpace</a> oficial.</p>
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		<title>Nxzero &#8211; Sete Chaves</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 03:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tadashi Oshiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se na resenha do &#8220;Agora&#8221; eu falei que o álbum era ruim até em Plutão, não vou poder repetir isso na resenha do novo trabalho da banda Nxzero, o Sete Chaves. Há pouco mais de três anos na Arsenal Music o grupo lança seu terceiro álbum pela gravadora, certamente o mais maduro e original dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se na resenha do &#8220;Agora&#8221; eu falei que o álbum era ruim até em Plutão, não vou poder repetir isso na resenha do novo trabalho da banda Nxzero, o Sete Chaves. Há pouco mais de três anos na Arsenal Music o grupo lança seu terceiro álbum pela gravadora, certamente o mais maduro e original dos paulistanos.</p>
<p>Abordando novos temas com uma boa naturalidade, a música &#8220;Só Rezo&#8221; é a primeira, e basicamente fala de luta e esperança. A letra é interessante, mas com certeza o que mais chama atenção é que é rock. Só. &#8220;Espero a Minha Vez&#8221; é a faixa seguinte, e primeiro single do trabalho. Segue a mesma linha da primeira música, porém, mais lenta, com auxílio do violão e do piano. O solo também deixa uma boa impressão.</p>
<p>&#8220;Insubstituível&#8221; e &#8220;Zerar e Recomeçar&#8221; lembram mais o Nxzero que estourou uns anos atrás nas rádios do Brasil. A segunda música inclusive tem tudo para repetir o sucesso dos singles anteriores.</p>
<p align="center"><img class="attachment wp-att-694 " src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/11/nxsetchaves.jpg" alt="NxZero - Sete Chaves" width="288" height="288" /></p>
<p>O peso de &#8220;Confidencial&#8221; talvez assuste um pouco, principalmente para os que não esperavam ouvir isso da banda, espero e acredito será mais explorado pelo quarteto nos próximos trabalhos. &#8220;Como se Fosse Ontem&#8221; também é diferente, tem lá seu peso, é agradável.</p>
<p>Nenhuma outra música é mais surpreendente que &#8220;Perto de Você&#8221;, é um hardcore, ao melhor estilo CPM 22, ou até mesmo Houdini. Não me lembro de nada parecido nos antigos trabalhos da banda, vale a pena conferir. Outra que é diferente e deixa uma boa marca é &#8220;Subliminar&#8221;, junto com &#8220;Perto de Você&#8221;, são duas músicas bem interessantes desse álbum.</p>
<p>A parte final do CD é mais pesada, &#8220;Vício&#8221; é mais uma que mostra o que faltou no &#8220;Agora&#8221;. O disco &#8220;Sete Chaves&#8221; chega ao fim com a excelente &#8220;Sem Saída&#8221;.</p>
<p>O resultado final é bastante satisfatório. A banda pareceu trabalhar melhor sem tanta pressão de provar que realmente é um boa banda. Individualmente todos parecem ter melhorado, principalmente o baixista Caco. Uma nota 8.5 é justa pelo bom trabalho.</p>
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		<title>Habemos Billboard Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[billboard]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi em 2006 que uma capa de revista me chamou atenção: Uma mão segurando um iPod num fundo vermelho. E não era uma revista de informática. Desta forma fui iniciado às revistas sobre música sob as bênçãos da recém-ressurgida das cinzas &#8220;Bizz&#8221;. Mas essa volta da &#8220;Bizz&#8221; também foi eterna enquanto durou, tanto quanto o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em 2006 que uma capa de revista me chamou atenção: Uma mão segurando <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2006/12/13/digital.htm">um iPod num fundo vermelho</a>. E não era uma revista de informática. Desta forma fui iniciado às revistas sobre música sob as bênçãos da recém-ressurgida das cinzas &#8220;Bizz&#8221;.</p>
<p>Mas essa volta da &#8220;Bizz&#8221; também foi eterna enquanto durou, tanto quanto o Los Hermanos, que estampou a derradeira capa desta última em julho de 2007. Desde então graças a uma certa incompetência das bancas da cidade e uma boa dose de preguiça de minha parte nunca mais li nenhuma outra revista que falasse essencialmente de música. (E não, não fui com a cara da Rolling Stone)</p>
<p>Este jejum foi finalmente quebrado esta semana com a aguardada estréia da versão brasileira da revista americana Billboard, que vamos vasculhar agora:</p>
<p align="center"><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/10/capa-billboard-1.jpg" alt="Capa Billboard No.1" width="401" height="479" /></p>
<p>O sentimentos principais captados na primeira <a href="http://billboard.br.com/">Billboard Brasil</a> são essencialmente o didatismo e apaziguamento, algo completamente o oposto da antiga Bizz. Públicos diferentes ou simples diferença de idade? Talvez só os antigos colaboradores da Bizz possam explicar a razão da arrogância que reinava naquelas páginas&#8230;. (O que a princípio não era de todo ruim. Me fez falta na Billboard encontrar um pouco mais de acidez e ousadia).</p>
<p>Já para compor a essência desta primeira edição, um belo leque de pautas nacionais: Os batidores da turnês de 50 anos de Roberto Carlos (com um patrocínio-zinho da Nestlé, porquê ninguém é de ferro, né?), os 30 anos do movimento punk no Brasil (essa matéria sim, uma aula de história) e o renascimento da fábica de vinis Polysom em Belfort Roxo. Grandes reportagens que por si já valem os R$ 8,90.</p>
<p>Aliás, já falei que a Billboard Brasil é também uma revista grande, literalmente? Medindo 28 por 35 cm, ela é tecnicamente um revistão, com tamanho digno de outras revistas mitológicas do nosso país como &#8220;O Cruzeiro&#8221; e &#8220;Manchete&#8221;.</p>
<p>Saltando para o &#8216;hard-news&#8217;, a revista também agrada pela leve e eclética seleção de notícias e entrevistas. Desde o que toca no iPod do Cesar Cielo até o funk do bem a periferia de São Paulo, passando pelas batatas de Di do NxZero, a equipe brasileira marca pontos cobrindo sem preconceitos todos os nuances do mercado musical brasileiro, bem misturada aos drops de cobertura internacional vindas da revista-matriz.</p>
<p>A Billboard brazuca também se mostra como um belo guia multimídia, resenhando logo de cara &#8220;District 9&#8243; com um expressivo &#8220;bom pra caralho!&#8221; e completando o cardápio com muitas opções de shows em todo o Brasil, além das esperadas resenhas de DVDs e CDs <strike>não tão boas quanto às nossas, claro.</strike></p>
<p>Olhando o conjunto da obra, não podemos nos esquecer nunca do que a Billboard se propõe a fazer e efetivamente o faz de melhor há muitos anos: &#8216;Ranquear&#8217; as paradas de sucesso em todo o mundo, estendendo esta responsabilidade agora para as terras brasileiras. Mas se no meio dessa matemática toda ainda couber um pouco de arte de qualidade, já vai estar muito mais além do que sempre desejamos.</p>
<p>Vida longa (e com muitas semanas no Top 10) para a Billboard Brasil.</p>
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		<title>Cobra Starship &#8211; Hot Mess</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tadashi Oshiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Com direito a videoclipe com estrela de TV e indicação ao VMA, 2009 parece ser o ano do Cobra Starship, banda de Electro Rock/Powerpop liderada pelo uruguaiano Gabe Saporta. Nice Guys Finish Last abre o terceiro álbum dos estadunidenses, o Hot Mess. O jeitão pop que não larga o rock continua presente nesse álbum, prova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com direito a videoclipe com estrela de TV e indicação ao VMA, 2009 parece ser o ano do Cobra Starship, banda de Electro Rock/Powerpop liderada pelo uruguaiano Gabe Saporta.</p>
<p>Nice Guys Finish Last abre o terceiro álbum dos estadunidenses, o Hot Mess. O jeitão pop que não larga o rock continua presente nesse álbum, prova disso é o coro bem colegial que em certo momento é seguido de um solo.</p>
<p>Apesar do Hot Mess começar bem animado, com certeza a festa vem logo depois da primeira faixa. Pete Wentz Is The Only Reason We&#8217;re Famous, mostra que não é só  mais um nome bonitinho, e sim muito engraçado! O rock está lá desde o começo, e ao vivo tem tudo para ser uma das partes mais animadas do show. Good Girls Go Bad, não só é o primeiro single, como ganha mais beleza com a presença da linda Leighton Meester, a Blair Waldorf em Gossip Girl, tanto nos vocais, como no videoclipe da música. </p>
<p align="center"><object width="420" height="339"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x9xj0t" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x9xj0t" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object></p>
<p>O Hot Mess não é tão empolgante e envolvente nas faixas seguintes, em You’re Not In On The Joke há até um screamo feito pelo baixista do Fall Out Boy, Pete Wentz, o que mostra que só na música que dá nome ao CD você é puxado de volta para festa e pode gastar toda sua energia para depois dançar bem lentamente com a excelente Living In The Sky With Diamonds, que é a minha queridinha do CD, só não descobri ainda se esse encanto se deve ao nome que lembra muito Lucy In The Sky With Diamonds, clássico da banda Beatles.</p>
<p>Move Like You Gonna Die é outra música interessante e recomendada, pelo fato de trazer de volta ao álbum o Cobra Starship que agita as pistas das festinhas independentes. Porém, a parte final do CD fica marcada por The World Will Never Do, a participação de B.o.B deixa a música mais rica no hip-hop, e o Cobra mostra que não quer só inovar no pop rock. Hot Mess não poderia ter um final diferente, I May Be Rude But I&#8217;m The Truth descreve perfeitamente a banda que agita as plateias dos festivais de verão.</p>
<p>Não é o melhor CD do ano,  mas, de qualquer forma, o grupo concluiu mais um trabalho bem produzido que pode sagrar o Cobra Starship que começou apenas como um projeto, como uma as principais bandas dessa próxima década, que se depender de muita gente e de como andam as coisas, promete ser bem colorido e dançante. Droga!</p>
<p><em>Dessa vez eu não assino a resenha sozinho. Recebi uma grande ajuda, de uma grande amiga, a Jaqueline, que é lá do </em><a href="http://theacademyisbrasil.blogspot.com/"><strong>The Academy Is&#8230; Brasil</strong></a><strong>.</strong><em> Ou seja, reclamações é só com ela. Obrigado.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muse &#8211; The Resistance</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 01:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Muse]]></category>
		<category><![CDATA[uk]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já estava adaptado a não ter que definir ou classificar o Muse em nenhum gênero musical, quando apareceu uma palavra que finalmente coubesse na banda: Megalomania. Como o título do álbum sugere, sim, eles continuam resistindo bravamente e seguindo seu caminho independente de qualquer outro gênero musical, o quê não os impede de também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já estava adaptado a não ter que definir ou classificar o Muse em nenhum gênero musical, quando apareceu uma palavra que finalmente coubesse na banda: Megalomania.</p>
<p>Como o título do álbum sugere, sim, eles continuam resistindo bravamente e seguindo seu caminho independente de qualquer outro gênero musical, o quê não os impede de também conversar e beber de diferentes fontes.</p>
<p align="center"><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/09/muse-resistance.jpg" alt="The Resistance" align="none" width="420" height="414" class="attachment wp-att-680 " /></p>
<p>Dentro de &#8220;The Resistance&#8221; você pode encontrar de tudo: De pitadas de rap em &#8220;Undisclosed Desisres&#8221; até influências jazzísticas em &#8220;I Belong To You&#8221;. Mesmo assim o Muse não perde seu ritmo e muito menos a grandiloquência (palavrão bonito hein?) em dividir &#8220;Exogenesis&#8221; em três partes, auto-intitulada como uma sinfonia.</p>
<p>Uma sinfonia digna de muita presença do piano de Belamy, fazendo (ou tentando) ser um contraponto na história de arranjos elaborados da banda.</p>
<p>Os momentos de euforia e introspecção se alternam ao longo da obra, como na cadência de um show ao vivo. Desta forma a banda prova que ainda aposta no álbum como formato, como experiência sensorial que deve ser aproveitada na íntegra.</p>
<p>Apesar de sentir tantas influências, o Muse continua o mesmo porquê continua intenso. Tal como a letra de &#8220;Undisclosed Desires&#8221; anuncia satisfazer desejos.</p>
<p>E como pode-se sempre esperar de tudo do Muse, faço deste post um espaço que fica em: Em breve o Tadashi passa por aqui e complementa este texto.</p>
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		<title>Coldplay &#8211; LeftRightLeftRightLeft</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 02:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pela Web]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[coldplay]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode até parecer estranho fazer uma resenha de um disco ao vivo, onde só existem faixas já conhecidas, mas esse daqui ainda rende um bom &#8220;dedo de prosa&#8221;: O álbum de nome quilométrico pode ser baixado de graça no site da banda e além de ser uma boa experiência financeira para os fãs (e também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode até parecer estranho fazer uma resenha de um disco ao vivo, onde só existem faixas já conhecidas, mas esse daqui ainda rende um bom &#8220;dedo de prosa&#8221;:</p>
<p align="center"><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/05/leftright.jpg" alt="Capa - LeftRight" width="430" height="388" /></p>
<p>O álbum de nome quilométrico <a href="http://www.coldplay.com/lrlrl/lr.html">pode ser baixado de graça no site da banda</a> e além de ser uma boa experiência financeira para os fãs (e também  para a imagem da banda junto a eles) traz boas sensações sonoras.</p>
<p>Contrariando a tradição de ouvir as faixas na ordem que são colocadas, a curiosidade me guiou parar ouvir antes o &#8220;hit&#8221; Viva La Vida. E não escondo que foi uma boa decisão, principalmente se você gosta de entrar no clima de &#8220;ao vivo&#8221; em grande estilo. (Besteira minha, claro que todo mundo gosta!).</p>
<p>A multidão cantando em saudação ao Coldplay em &#8220;Viva La Vida&#8221; é um dos melhores momentos do álbum para provar o clima humano dos shows. E de quebra também atinge a intenção da banda de homenagear os fãs. Dá pra sentir bem isso nos momentos que a platéia se torna protagonista desse trabalho. (E não se deixe enganar pela platéia que às vezes parece cantar melhor que Chris Martin, não era essa a real intenção de tudo&#8230;)</p>
<p>&#8220;LeftRight&#8230;&#8221; não se limita apenas ao repertório do último disco da banda e traz também outras faixas consagradas do Coldplay como <em>&#8220;Fix You&#8221;</em>, <em>&#8220;Clocks&#8221;</em> e até <em>&#8220;Glass Of Water&#8221;</em>, que não entrou em &#8220;Viva La Vida&#8221;, mas apareceu no disco &#8216;spin-off&#8217; &#8220;Prospekt&#8217;s March&#8221;. Merece ficar marcada aqui também outra agradável surpresa é ouvir o baterista Willam Champion cantando em &#8220;Death Will Never Conquer&#8221;, mandando muito bem no melhor estilo country.</p>
<p>E tem mais coisa boa ainda, como <em>&#8220;42&#8243;</em>, <em>&#8220;Strawberry Swing&#8221;</em> e mais. Nem sei porquê você ainda não baixou. É pra baixar sem culpa, beleza?</p>
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		<title>Glória &#8211; 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 10:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tadashi Oshiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Glória]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do sucesso já esperado com as bandas Nxzero e Fresno, Rick Bonadio foi mais além na hora de escolher uma nova promessa para o rock nacional, e apostou no Glória, que tem uma característica mais pesadas em relação aos amigos de gravadora e cenário. Com anos de estrada, várias formações, shows importantes pelo Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/04/capa-gloria.jpg" alt="" width="430" height="434" /></p>
<p>Depois do sucesso já esperado com as bandas Nxzero e Fresno, Rick Bonadio foi mais além na hora de escolher uma nova promessa para o rock nacional, e apostou no Glória, que tem uma característica mais pesadas em relação aos amigos de gravadora e cenário. Com anos de estrada, várias formações, shows importantes pelo Brasil e 2 CDs lançados de forma independente, o Glória chega mais do que preparado para a nova etapa na carreira. Basta ver qual será a reação do &#8220;mainstream&#8221;, em relação a aposta de Rick Bonadio e o novo som do Glória.</p>
<p>Alguns fãs já reclamaram do resultado final do terceiro CD do Glória, mas não entra na minha cabeça esse tipo de crítica, o Glória sempre teve um lado pop, principalmente no primeiro CD da banda, vocês lembram de Muito Distante? Para ter algo mais pop do que isso, o Glória vai precisar trabalhar muito ainda. Mas são comparações desnecessárias já que é uma banda que nunca manteve a mesma formação de um CD para o outro, e não contou com uma voz tão pop no segundo trabalho, acho que até por isso o resultado acabou ficando mais pesado e agressivo. Mas chega de falar a palavra pop, e partimos para o novo trabalho do novo e melhor Glória</p>
<p>Na parte da composição, o Glória contou com músicas de algumas figurinhas carimbadas que em matéria de letras, nunca ficaram devendo, como Tavares (Fresno e Abril) nas músicas: <em>Vai Pagar Caro Por me Conhecer</em> e <em>Sua Canção</em>; e também do Koala (Hateen) em: <em>Inimigo do Tempo</em>, <em>Diferente de Você</em> e <em>Quando Tudo Terminar</em>, o mesmo Koala que participou cantando no álbum anterior do Glória, o Nueva. A arte do CD fica por parte de outra figurinha carimbada até no Glória, o ex-guitarrista Ge Rocha, que hoje toca apenas no Nxzero.</p>
<p>A primeira das 14 faixas é <em>Anemia</em>, que chegou a ganhar um clipe, mas de uma outra versão lançada ano passado. Logo depois a banda assinou com a Arsenal, e o primeiro video clipe desse álbum é a música <em>Minha Paz</em>, clipe esse que estréia na programação da Mtv dia 22 <a href="http://twitter.com/radiorama/status/1444383806">(assista aqui o making of do clipe)</a>. Com a bola mais baixa em <em>Minha Paz</em>, o Glória segue com <em>Tudo Outra Vez</em>, música que tem tudo para ser single, a levada mais calma, tranqüila, mostra que esse caminho comercial pode ser bem aproveitado pelo Glória.</p>
<p><em>Asas Fracas</em> ganhou uma versão nova, e calou a minha boca, que apesar de gostar do Elliot nos vocais, sempre achei que não ficava tão bom nas músicas antigas do Glória. Ainda na fase de músicas mais antigas, o Glória apresenta a versão final de <em>Agora é Minha Vez</em>. </p>
<p>Bem nesse estilo metal-pop (ops), <em>Me Tira Daqui</em>, tem tudo para brigar com <em>Tudo Outra Vez</em> para ser um próximo single, a música é interessante, com uma introdução diferente, e um refrão grudento, assim como a outra faixa de Marlos Vinícius, que pelo jeito, foi responsável pelas letras que mais me agradaram até agora, mas infelizmente, minhas opiniões sobre essas duas músicas, não batem com a dos fãs da banda.</p>
<p>Com solo e mais &#8216;evil&#8217; <em>Vai Pagar Caro Por me Conhecer</em>, foi divulgada antes do CD ser lançado e agradou os fãs da banda. Baseado no tema mais &#8220;hardcore&#8221; o Glória aparece com uma música mais politizada, e diferente, deve abrir portas para futuros caminhos da banda, trata-se de <em>Diferente de Você</em>.</p>
<p><em>Sua Canção</em> é do Tavares, acabou vazando e até um tempo atrás era conhecida como uma música da banda Abril. No início você até pode falar um pouco, mas depois de ouvir um pouco, nota que a versão do Glória foi tão bem trabalhada, que tem tudo para agradar aos fãs do Tavares e Glória.</p>
<p>As duas últimas músicas, encerram o CD como ele abriu, pesado e com berros. Para quem gosta de CDs que tem na sua última música, algo brilhante e diferente, vai acabar não encontrando nele, mas isso não quer dizer que você não deve ouvir o CD até o último segundo de música, pode ir que vale a pena.</p>
<p>O Glória chega para o grande público querendo quebrar barreiras, a primeira foi chegar nas rádios, e infelizmente a música não parece ter sido tão bem recebida assim, mas foi a primeira das muitas barreiras que ainda estão na frente do Glória. Na minha opinião o Glória tem tudo para conseguir seu devido espaço na mídia nacional, a prova de que o trabalho foi bem feito já foi apresentada, nos resta torcer.</p>
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		<title>Granada &#8211; Diária.Mente</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 08:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tadashi Oshiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Granada]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucessor do álbum Terceiro Capítulo do Granada, é o Diária.Mente, que foi lançado agora em 2009. Com letras mais maduras e bem trabalhadas, a banda se mostra mais original, se diferenciando das outras da mesma cena, e ganhando forma com um som mais rock n&#8217; roll. As letras continuam sendo escritas pelo vocalista Yuri [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/03/granadadm.jpg" title="granadadm"><img src="http://www.radioramabrasil.com/blogs/clubedorock/files/2009/03/granadadm.jpg" alt="" align="none" width="430" height="430" class="attachment wp-att-583 " /></a></p>
<p>O sucessor do álbum Terceiro Capítulo do Granada, é o Diária.Mente, que foi lançado agora em 2009. Com letras mais maduras e bem trabalhadas, a banda se mostra mais original, se diferenciando das outras da mesma cena, e ganhando forma com um som mais rock n&#8217; roll. As letras continuam sendo escritas pelo vocalista Yuri Nishida, tendo participação em poucas delas do também vocalista e baixista Zé Nery.</p>
<p>Logo na primeira música, dá para se notar um fato que continua e vai continuar sendo presente nas outras 11 faixas do Diária.Mente, que é o fato da poderosa voz do Zé Nery nos refrões que sempre dão uma diferenciada nas músicas. A música Diária.Mente além de dar nome ao CD, é o primeiro single do álbum, tendo um clipe recomendadíssimo, que é fora da realidade de muitas bandas até do &#8220;mainstream&#8221; brasileiro.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/a3k7XBoxlTw&amp;rel=0&amp;fs=1&amp;showinfo=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/a3k7XBoxlTw&amp;rel=0&amp;fs=1&amp;showinfo=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></object></p>
<p>Uma diferença na atitude e nas músicas do Granada você começa a perceber nas músicas seguintes. Mas só com as músicas Justiça (O Jogo da Vida) e Manipulação, o Granada vai mais fundo nas críticas, que junto com Olhos Cegos que fica entre essas duas músicas, são as melhores do Diária.Mente.</p>
<p>O CD ganha toques finais com a regravação de Erros em Comum, sucesso do primeiro CD da banda, que dessa vez aparece em versão acústica.</p>
<p><a href="http://www.bandagranada.com.br">Você pode ouvir e baixar o CD Diária.Mente no site oficial do Granada, é rápido, seguro e vem com o encarte, além de alguns Wallpapers como bônus.</a> Atitudes como essa não podem passar em branco, então parabéns ao Granada pela iniciativa que vem se tornando comum no Brasil e pelo novo álbum.</p>
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