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VAMPS – BEAST

por Tadashi Oshiro
» 22 de agosto de 2010

Já comentei aqui sobre VAMPS, foi em julho do ano passado, no “finado” Let’s Rock Around The World. Para adiantar nosso lado, vou dar um ctrl c + ctrl v, em algumas informações da época e depois partimos para o disco.

“Hyde é um daqueles caras que nasceu para ser um rockstar japonês, multi-instrumentista, compositor, poeta, ator, vocalista de uma das principais bandas japonesas e na minha opinião, uma das melhores vozes do rock.

(…)

Desde o ano passado, Hyde vem fazendo shows pelo Japão, mas dessa vez sua turnê não é como HYDE e sim como VAMPS, o anúncio foi no início de 2008, e agora VAMPS é um projeto de Hyde com o guitarrista K.A.Z, da banda Oblivion Dust.”

 

BEAST é o segundo álbum do VAMPS, segue a mesma linha do disco de estréia (VAMPS), porém, esse é melhor, e olha que o primeiro é excelente. BEAST não pára, parece que é rock do início ao fim. O tempo passa e Hyde só melhora, deixa cada vez mais de ser “uma das melhores vozes do rock” pra ser a melhor. Riffs mais uma vez marcantes… O CD é quase impecável.

Divirta-se e mate a saudade do rock com: DEVIL SIDE, ANGEL TRIP, VAMP ADDICTION, REVOLUTION, THE PAST e RUMBLE.

Parece engraçado dizer isso, mas os dois últimos álbuns de rock que realmente tiveram cara de rock pra mim, vieram do Japão e são os dois do VAMPS.

VAMPS está em turnê mundial. Ásia, Europa, EUA e sim, a América do Sul está na agenda da banda. A dupla irá se apresentar em Santiago, no Chile, no mês de novembro. O Brasil? Bem, só tem a maior colônia japonesa fora do Japão, e só.

PS: L’Arc~en~Ciel, banda de Hyde, está em hiato. A princípio, iria voltar em 2011. Mas…

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Fresno – Revanche

por Tadashi Oshiro
» 22 de julho de 2010

O boom da banda Fresno, aconteceu com o lançamento do álbum mais pop Redenção, em 2008. No ano seguinte, a banda foi o grande destaque em algumas das principais premiações da música nacional, faturando prêmios nas categorias mais concorridas. O fruto de todo esse destaque continua aparecendo em 2010, meses atrás o vocalista Lucas Silveira, lançou seu primeiro CD solo (The Rise and Fall of Beeshop), completamente em inglês e mostrando um lado bem diferente de Lucas, que em seu projeto é conhecido como ‘Beeshop’. Além do vocalista Lucas, o baixista Rodrigo Tavares também está prestes a lançar seu primeiro CD solo, como ‘Esteban’. Todas as composições do disco, ficam por conta da dupla.

Fresno - Revanche

Olhar a capa do Revanche assusta, a primeira impressão é de uma influência de Muse, e ela até existe, mas pelo visto a principal delas continua sendo os estadunidenses do Anberlin. Esse ano assisti duas apresentações da Fresno aqui no Rio de Janeiro (uma delas com o Anberlin), e me impressionou muito a evolução da banda no geral, pois antes desses dois shows, o último que assisti foi em 2007, antes mesmo do lançamento do álbum Redenção. Apesar de curta, a apresentação era intensa e justificava bem a consagração da banda como um dos principais nomes do rock nacional atualmente (sim, rock).

‘Revanche’ é a faixa que abre o disco, o peso pode assustar quem nunca parou para ouvir a banda ou até mesmo aqueles simples admiradores. Tem tudo para ser uma aposta interessante caso seja o próximo single dos gaúchos. ‘Die Lüge’ e ‘Relato de um Homem de Bom Coração’, também seguem essa linha mais pesada, essa última lembrando uma fase Ciano (último disco independente da banda, lançado em 2006).

O lado mais pop de Revanche aparece com ‘Esteja Aqui’, a boa ‘Eu Sei’ e ‘Se Você Voltar’, que ganha uma pitada de The Cab. ‘Deixa o Tempo’ é a segunda faixa do Revanche e primeiro single do disco.

Mas o melhor do Revanche é o que surpreende. Músicas como ‘Quando Crescer’, ‘Porto Alegre’ e ‘Canção da Noite (Todo Mundo Precisa de Alguém)’, mostram um claro amadurecimento da banda. Uma prova disso é saber que as faixas com piano ficaram dessa vez por conta do vocalista Lucas.

E quem pergunta pela tal “influência” de Muse, busque em ‘A Minha História Não Acaba Aqui’.

Classificar o Revanche como um álbum rock ou pesado é exagero, da mesma forma é exagerado chamar o disco de pop e dançante. A verdade é que Revanche carrega tudo isso, sem deixar de ser Fresno. A evolução parece natural, visto que a banda vem mudando a cada disco lançado. Ouvir vale a pena, quem sabe não descobre uma banda que não conhecia?

Outras resenhas deste disco:
- Scream & Yell

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Carbona – Semi-Vivo

por Micael Silva
» 21 de maio de 2010

Parte do novo disco, “Dr. Fujita Contra a Abominável Mulher Tornado” foi liberada na internet pelo guitarrista e vocalista Henrique Badke um preview da música “Semi-vivo”, matando a curiosidade a a fome dos fãs do Carbona que desde 2006 não veem um novo álbum:

Pra ficar por dentro dos bastidores da produção e lançamento deste novo disco fique de olho no blog do Badke: badke.blogspot.com

Com informações do Rock em Geral

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Muse – Neutron Star Collision (Love Is Forever)

por Micael Silva
» 20 de maio de 2010

Lançado na última segunda-feira, “Neutron Star Collision (Love Is Forever)” é o novo single do Muse. Composta especialmente para a trilha do novo filme da saga de Crepúsculo, “Eclipse”, a faixa teve um clipe lançado em tempo recorde cheio de menções ao mesmo. Não é nada excepcional, mas vale pela canção:

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Nickelback – This Afternoon

por Micael Silva
» 13 de maio de 2010

Foi lançado neste último dia 3 mais um clipe do Nickelback para o álbum “Black Horse”: A música “This Afternoon” ganhou uma produção bem american way of life e muito boa, principalmente pelas atrizes participantes.

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Onde o rock encontra o clássico

por Micael Silva
» 1 de março de 2010

Exatamente neste dia 1º de março fazem 200 anos do nascimento de Frédéric Chopin, um polonês que marcou tanto a história da música clássica (ou romântica, como deve ser classificado corretamente) que muitas vezes nem percebemos sua obra, mas somos influenciados por ela.

A homenagem a Chopin feita pelo Clube do Rock fica a cargo de Matthew Bellamy da banda Muse. Matt toca piano desde os 10 anos de idade e isto deu uma grande base para o que viria a se tornar a banda, não só em conhecimento musical mas também em participações nos trabalhos do grupo.

O exemplo mais claro disso foi a faixa “United States of Eurasia” do último disco do Muse, o “The Resistance“: Ao final da música pode-se ouvir Bellamy interpretando a opus 9 de Chopin:

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peixe : avião – 40.02

por Micael Silva
» 3 de fevereiro de 2010

As atuais incursões do rock dentro do cenário alternativo são tão profundes que são capazes de criar bons trabalhos até em terrenos pouco férteis para ele. Dentro do tradicional cenário cultural português uma banda da cidade de Braga se destaca: São os “peixe : avião”, escrito em minúsculas, mas com nada de minúsculo no som.

Entrar no íntimo da alma musical desta banda rende boas descobertas não importando qual linha musical você siga: Desde experimentalismos extremos como “Frio Bafio” e “Nortada”, de envolventes e profundos instrumentais até “Barro e Lama em Mão Alheia” e “Estátua de Espanto” flertando de frente com o estilo radiofônico, o álbum de estréia “40.02″ dificilmente passa sem agradar a ninguém em faixa nenhuma. Com canções longas, quase sempre ultrapassando os 3 minutos, o “peixe : avião” é uma banda que não tem medo de fazer o que seu nariz manda, mas não deixa de criar suas iscas comerciais para pescar novos fãs através das FMs.

A procura de um público universal? Mais pelas letras do que pelos ritmos. Entre metáforas e clichês, a forma subjetiva tipicamente portuguesa de se tratar de assuntos profundos teriam ouvidos em todo mundo se não fosse pela barreira da língua. Alguns críticos assinam essa prisão cultural já demarcando que Portugal ainda é pequeno demais para a grande música. Mas dentro ou fora disso, “peixe : avião” já pode se considerar muito grande. Senão for o sinal de novos tempos, com certeza já é um bom caminho.

Os bracarenses (é assim que se chama quem nasce na cidade de Braga) prometem um novo álbum em 2010, que já está em fase de mixagem. Mas você já pode conferir as outras faixas deles através do MySpace oficial.

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Parada Obrigatória – 22/1

 
» 23 de janeiro de 2010

Ano novo, músicas novas no Parada: Dibob e Fresno regravando clássicos e as novas dos gaúchos do Tópaz e do argentino Fito Páez.

- Tópaz – Notas de Rodapé (Clipe)

Baixe aqui o MP3 | Assine o feed

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29 anos sem John

por Micael Silva
» 8 de dezembro de 2009

Fachada do Dakota, prédio onde John Lennon morava

É raro tantas informações e coincidências se cruzarem dentro de um mesmo tempo, mas pode acontecer. Hoje, dia 8 de dezembro completam-se 29 anos do assassinato de John Lennon, o ex-Beatle que já engatava uma carreira solo bem antes dos outros buscarem sua sobrevivência em “spin-offs” ou Michael Jackson buscar a sua com o catálogo do banda.

A 17 dias do natal de 1980, Lennon nos deixou no sentido físico mas deixou obras que nunca deixariam de estar presentes em momentos especiais do ano como o… natal. “War Is Over” foi a música que mais tarde em 1995 inspiraria a versão de Simone e Cláudio Rabello, “Então É Natal”, que rapidamente virou uma praga hino da data aqui no Brasil.

Para lembrar suas idéias e seus sonhos, o amigo de Lennon e também fotógrafo Bob Gruen reuniu as imagens mais representantes destes tempos pós-Beatles e transformou em uma pequena exposição.

A nós, que estamos muito longe da América do Norte, nos resta recordar:

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Nxzero – Sete Chaves

por Tadashi Oshiro
» 22 de novembro de 2009

Se na resenha do “Agora” eu falei que o álbum era ruim até em Plutão, não vou poder repetir isso na resenha do novo trabalho da banda Nxzero, o Sete Chaves. Há pouco mais de três anos na Arsenal Music o grupo lança seu terceiro álbum pela gravadora, certamente o mais maduro e original dos paulistanos.

Abordando novos temas com uma boa naturalidade, a música “Só Rezo” é a primeira, e basicamente fala de luta e esperança. A letra é interessante, mas com certeza o que mais chama atenção é que é rock. Só. “Espero a Minha Vez” é a faixa seguinte, e primeiro single do trabalho. Segue a mesma linha da primeira música, porém, mais lenta, com auxílio do violão e do piano. O solo também deixa uma boa impressão.

“Insubstituível” e “Zerar e Recomeçar” lembram mais o Nxzero que estourou uns anos atrás nas rádios do Brasil. A segunda música inclusive tem tudo para repetir o sucesso dos singles anteriores.

NxZero - Sete Chaves

O peso de “Confidencial” talvez assuste um pouco, principalmente para os que não esperavam ouvir isso da banda, espero e acredito será mais explorado pelo quarteto nos próximos trabalhos. “Como se Fosse Ontem” também é diferente, tem lá seu peso, é agradável.

Nenhuma outra música é mais surpreendente que “Perto de Você”, é um hardcore, ao melhor estilo CPM 22, ou até mesmo Houdini. Não me lembro de nada parecido nos antigos trabalhos da banda, vale a pena conferir. Outra que é diferente e deixa uma boa marca é “Subliminar”, junto com “Perto de Você”, são duas músicas bem interessantes desse álbum.

A parte final do CD é mais pesada, “Vício” é mais uma que mostra o que faltou no “Agora”. O disco “Sete Chaves” chega ao fim com a excelente “Sem Saída”.

O resultado final é bastante satisfatório. A banda pareceu trabalhar melhor sem tanta pressão de provar que realmente é um boa banda. Individualmente todos parecem ter melhorado, principalmente o baixista Caco. Uma nota 8.5 é justa pelo bom trabalho.

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